quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Sobre sentimentos
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Procura-se um amor pra vida toda
The end
Pensamentos soltos
A toast to never
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Foi
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Hiperlink
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Recordação
agora, o cheiro áspero das flores
leva-me os olhos por dentro de suas pétalas.
eram assim teus cabelos;
tuas pestanas eram assim, finas e curvas.
as pedras limosas, por onde a tarde ia aderindo,
tinham a mesma exalação de água secreta,
de talos molhados, de pólen,
de sepulcro e de ressurreição.
e as borboletas sem voz
dançavam assim veludosamente.
restituiu-te na minha memória, por dentro das flores!
deixa virem teus olhos, como besouros de ônix,
tua boca de malmequer orvalhado,
e aquelas tuas mãos dos inconsoláveis mistérios,
com suas estrelas e cruzes,
e muitas coisas tão estranhamente escritas
nas suas nervuras nítidas de folha
- e incompreensíveis, incompreensíveis.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Recuerdos
Palavras soltas
Das duas uma: ou eu ando menos crítica ou estou tendo dias melhores ultimamente. A melhor parte é que minha vida está totalmente revirada, de cabeça para baixo, tudo fora do lugar - e eu achando coisas boas no meio disso tudo. Ironia, teu nome é Nayla.
A vida te dá escolhas, mil caminhos para ir em frente e poucos retornos para compensar. Sabe como é se sentir assim? Sempre fui intensa, sempre tive essa mania canceriana de me jogar de cabeça em tudo o que faço. Pois bem, isso gera resultados. Tanto coisas interessantes quanto às vezes uma imensa vontade de voltar atrás. E não dá. É impossível refazer o passado. Tudo se encaminha conforme a gente direciona. E a vida não tem backspace.
E até essa dor no estômago dá pra entender como uma metáfora. É a vida me lembrando das borboletas que vivem aqui dentro e que nunca morrem. São lindas, coloridas, foram criadas com amor e não há nada que as possa destruir
segunda-feira, 28 de março de 2011
Sobre amor

quinta-feira, 24 de março de 2011
Sobre saudades

Não, é brincadeira. A vida é que é assustadoramente cheia de mudanças. De opinião, de pensamento, de sentimento. E se ainda ontem eu falei que estava serena quanto a essa história, que tudo tinha passado e se transformado apenas no que eu queria que tivesse sido mas não foi, no que eu queria ter tido mas não tive, hoje vejo que não se trata apenas disso. Se trata de saudades.
Saudades pelo que tive, pelo que não tive (como sentir falta de algo que não aconteceu? Parece até um meme conhecidíssimo do twitter sobre "sentir falta de algo que não viveu ou evitava viver..."). Não evitei. Corri atrás, me emocionei, fiquei feliz, agradeci a Deus por estar acontecendo. E meu blackbird voou novamente. Dessa vez, para mais longe de mim do que tinha ido da última vez. Não fisicamente, mas de coração. Distância emocional, a pior de todas.
Feridas sempre se fecham e esta será mais uma que irá cicatrizar ao longo do tempo, com ajuda do amor que recebo diariamente (mamãe, namorado, vovó e os que não vejo todos os dias mas estão lá para mim), das minhas palavras no papel e dos objetivos e metas colocados em prática, mas enquanto não sara ficarei assim: chorando baixinho pelo que não posso mudar. Serenamente, de um jeito triste.
Desabafo matinal

Da série: o costume que as pessoas têm de culpar terceiros pelos próprios fracassos. Não existe “a vida é feita de momentos” que resuma ou explique, são pessoas mimadas, pequenas, pobres de espírito que acham que o mundo tem de estar atento à sua vida para poder ajudá-las a todo tempo, sendo que, obviamente, elas nunca estão para ninguém.
São mais importantes, se consideram assim.
Pessoas entupidas de incertezas e ambigüidades querendo se apoiar em outras pessoas para erguer suas próprias vidas.
Amizade é troca, nenhuma relação humana é constituída apenas de recebimento.
No mais, respire e relaxe, seu maior perseguidor/carrasco é você mesmo e não há ninguém querendo destruir a sua vida.
